segunda-feira, 6 de junho de 2011

Formação Continuada de Professores em Tecnologias de Informação e Comunicação Acessíveis
Aluna Gizele Ribeiro dos Santos
MODULO 3-Recursos de Internet Acessíveis  -   Atividade 3


Referencia: http://edutec.net/Textos/Alia/PROINFO/prf_txtie11.htm. acesso a internet dia,26/05/2011 ás 23:28
                                          
Ao fazer a leitura do texto, em site visitado, pude perceber que a informática na educação especial tem despertado muito interesse nesta área de inclusão e com ela, adaptações e metodologias, despertando qualidade de aprendizagem: dentre estes estão relacionados, cada especificidade como: deficientes auditivos, mental moderado, Síndrome de Down, autismo, sendo assim, os programas e atividades partem de suas necessidades.

 (...)3. Projeto Síndrome de Down:
Desenvolve-se no Centro de Informática Educativa da Universidade Católica de Petrópolis, desde 1990, buscando abordagem alternativa ao treinamento, para que o portador de Síndrome de Down possa desenvolver-se e integrar-se como pessoa na família, no ambiente escolar e na comunidade em que vive.
Utiliza o computador para desenvolver as funções lógicas que podem ser ampliadas ao invés de serem treinadas, estimulando a sociabilidade, a descoberta e o comportamento criativo, necessários à integração social do portador de Síndrome de Down. Trabalha com 6 crianças em orientação de desenvolvimento longitudinal, onde os resultados são obtidos a longo prazo, dentro da sociabilidade que normalmente permite uma interação não muito difícil com os recursos do computador e da Linguagem Logo.
As atividades são sugeridas pelo ambiente Logo através de pequenos desafios que atuam sobre a função lógica residual objetivando integrá-la a outras atividades que o portador de Síndrome de Down seja capaz de realizar individual e comunitariamente. O objetivo não é profissionalizar, mas desenvolver a riqueza interior da criança Down, através de projetos que utilizem o computador como proposta de desafios mediando a descoberta do que existe dentro da própria criança, como possibilidade de realização.
O acompanhamento longitudinal tem permitido verificar o enriquecimento de suas potencialidades através da metodologia interativa onde o computador é apenas uma ferramenta para o desenvolvimento de outras atividades interligadas à sua valorização como Pessoa.
A relevância deste projeto reside também na integração do portador de Síndrome de Down com outros indivíduos que podem aprender a aceitar os seus padrões de comportamento, orientando-os, no entanto a uma conduta passível de integração sem superproteção.
Os resultados obtidos através deste trabalho apresentam-se como motivadores interativos. Em relação a um ambiente que nos permite descobrir outras abordagens para a prática pedagógica que não se restringem ao treinamento. O que se propõe neste contexto é explorar as experiências que o portador da síndrome é capaz de realizar e enriquecer o próprio ambiente com os recursos utilizados pelo sujeito para empreender uma aprendizagem que é significativa para ele mesmo, para seu grupo, para a família e a comunidade em que vive resgatando interna e externamente o significado de uma existência e de uma aprendizagem (...) Silvia Branco Vidal Bustamante.
Acredito que o trabalho desenvolvido pela equipe NIEE, tem sendo realizado com sucesso, e de forte gratificação, para quem recebe a formação em informática. Minha experiência em descobrir a informática para educação especial, foi gratificante, pois, de jogos, funções tem uma vasta opção de escolhas e para o conhecimento na formação de professores nesta área a muita coisa mesmo. Pois nos dias de hoje se procura muito bolg de atividades para pintar e escrever, mas na área da inclusão, pouco se houve falar das novidades, só quem trabalha na área para se identificar.


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